terça-feira, 11 de outubro de 2011

Zurique, 19 de julho de 2010



















































Zurique
Quilômetros e quilômetros de uma estrada belíssima. Verdadeiras telas desenhadas pela natureza que nenhuma mão humana consegue reproduzir. De repente uma ponte sobre o rio Reno, o mais importante da região, e chegamos a Zurique. Nossa primeira visão de Zurique foi exatamente desse rio e o lazer que ele proporciona aos habitantes da cidade. Em suas águas, há platôs de concreto onde os freqüentadores param suas lanchas e se estendem ao sol fraco do verão suíço, mas que, para eles, é intenso.
As ruas de Zurique são limpíssimas; as lojas de Zurique são limpíssimas; as praças de Zurique são limpíssimas. Zurique é uma cidade limpa demais; como se não tivesse povo. A primeira impressão que me deu é que todas aquelas pessoas que estavam comigo nas ruas da cidade eram turistas elegantíssimos que, de passagem, se policiavam o tempo inteiro para não sujar as ruas de uma cidade de ninguém. O centro econômico de Zurique é impessoal. Não percebi características marcantes a não ser aquela limpeza de shopping que a distancia da naturalidade de outros centros europeus.
Nosso hotel em Zurique, o Senator, foi um dos melhores da viagem. Impecável!
Depois de um pequeno descanso, descemos para conhecer outra parte da cidade, o centro antigo. Que diferença! Ali, Zurique se mostrou humana e dona de um povo feliz e normal. A velha estação de trem é uma das mais lindas da Europa. Pequenas praças no entorno da estação, têm como adorno fontes de água limpa, nas quais o povo se serve à vontade. Os transportes coletivos, moderníssimos por sinal, dão um toque diferente à cidade. A arquitetura mescla o velho e o novo com total harmonia. E o figurino do povo é pra lá de chique. Foi aí que percebi que toda aquela elegância das pessoas que estavam no centro econômico é a marca de Zurique. O povo é elegante. Esta é a sua característica. A cidade é elegante, e me ganhou.
Mudei de idéia; Zurique é linda!

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