terça-feira, 18 de outubro de 2011

Paris, 22 de julho de 2010 - Passeio em Paris

Passeando em Paris
Ao lado de nossa amigas inseparáveis, Jaqueline e Cláudia. Resolvemos passear em Paris. Nossa primeira missão naquele começo de tarde, foi achar um restaurante que nos oferecesse uma comidinha francesa bem gostosa. Achamos. Nos deliciamos com a carne e a salada que escolhemos. A sobremesa também estava deliciosa.
Saímos do restaurante às margens do Sena e seguimos pela mesma calçada até chegar ao Museu D’Orsay. Ali vimos Monet, Van Gogh, Manet, Rodin e tantos outros. O que mais impressiona é a quantidade de telas originais conhecidas no mundo inteiro pelos amantes da arte. A gente vai andando pelas alamedas do museu e encontrando uma série de obras retratadas nos livros de arte e literatura. Só tivemos essa mesma sensação no Museu do Prado, em Madrid. Pena, que naquele dia o museu fechava mais cedo, e deixamos o D’Orsay com o maior gosto de “quero mais”.
Depois dessa visita, pegamos um taxi e fomos para a Catedral de Notredame.
Achei a catedral mais imponente por fora do que por dentro. A imagem que mais me chamou a atenção foi a de Santa Joana D’Arc, a protetora da França. Não sei se por causa da peça que escrevi pra Bebel representar na escola, mas eu já tinha um pouquinho de intimidade com a santa. Há um altar só pra ela. E quando a olhei cara a cara, percebi alguma semelhança entre a Bel e ela. Acho que é coisa da minha cabeça ou do meu coração, que já estava novamente, bastante emocionado, com o que eu via e com a saudade. Os vitrais de Notredame são um capítulo à parte. Também são impressionantes; entretanto o cinza das pedras que formam as paredes da nave a deixam sombria.
Quando saímos da igreja, resolvemos andar um pouco mais a pé com as nossas companheiras de viagem. Eu, como já não sentia mais dores, não me fiz de rogada. Ficamos pela rua, admirando as mansardas, as praças, as pontes e o rio Sena. Carregávamos várias sacolas que continham todas as compras que havíamos feito naquele dia. Quando esgotamos tudo o que podíamos fazer a pé naqueles quarteirões mais próximos, pegamos outro taxi e voltamos para o hotel.

Descansamos um bom tempo. Tiramos uma soneca reconfortante, nos produzimos, e fomos lanchar no restaurante do Mercure. Dessa vez, comemos um sanduíche delicioso. Sem fome e descansados, não tinha como ficarmos parados. Voltamos para as ruas parisienses.
Pegamos o taxi e fizemos um passeio diferente. Fomos a Montparnasse.

Paris 22 de julho de 2010

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