terça-feira, 11 de outubro de 2011

Innsbruck, 19 de julho de 2010





























































Innsbruck – 2º dia

Conforme o combinado, acordamos cedinho para ver aquele cantinho da Áustria.
O dia ia nos trazendo um céu claro e azul, mas o frio era intenso. Em torno de nove graus, com uma sensação térmica muito abaixo disso. Encasacados, enluvados e enchapelados, percorremos as ruas de uma Innsbruck que ainda dormia. Fotos foram inúmeras, pois o lugar posava para as lentes dos turistas. Aventurei-me a molhar as mãos numa fonte para uma foto. Brrrrrrrrrrrrrrr! Água geladíssima. Descobrimos uma característica em Innsbruck: as casas que foram transformadas em lojas, montam sua vitrines nas próprias janelas. Dão um show de cores e beleza. São vitrines de artigos religiosas, velas decorativas, óculos, ou seja lá o que for. O mais importante é o bom gosto com que exibem suas mercadorias.
Depois fomos conhecer o prédio da Prefeitura de Innsbruck com seu telhadinho dourado que significa a prosperidade da região. Passamos também pela catedral de Innsbruck e pelo jardim que enfeita a sua entrada. Tudo é muito suave colorido. Outra característica de Innsbruck: alguns prédios antigos apresentam afrescos lindíssimos que imitam as molduras das janelas e formam também medalhões. Foram feitos por “grafiteiros” de séculos passados.
Passeamos à beira do rio Inn, onde na margem oposta a que estávamos se encontra um conjunto arquitetônica de prédios de, no máximo, cinco andares e que misturam as arquiteturas barroca e rococó. Numa das pontes, encontra-se a imagem de um Cristo inteiramente nu, crucificado. A obra é de uma beleza incrível e parece abençoar a cidade.
Pois é... essa é a Austria.
Nesse país nasceu Madame Thereze, como ela gostava de ser chamada. E sentíamos sua presença nos acompanhando a cada passo que avançávamos pela cidade. Parecia querer nos dizer que estava feliz em poder nos mostrar um pedaço da terra em que nasceu e para onde nunca mais voltou enquanto viveu os seus oitenta e nove anos.
Agora entendemos de onde vieram o seu bom gosto e seu compromisso com a harmonia em tudo o que fazia. Desde os pratos mais saborosos, até os belíssimos vestidos que criava com grande habilidade.
Madama, sua terra é muito linda!

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