Um Inesquecível Passeio no Sena!

O sol ainda não tinha ido embora de todo. Seus raios ainda iluminavam uma grande parte do céu de Paris. Ao longe, onde a noite já começava a se anunciar, uma lua redonda e brilhante surgia. Foi nesse clima de lusco-fusco que chegamos de ônibus ao cais no rio Sena. Recebemos nossas passagens e tomamos nossos lugares no Bateu Mouche.
Ao primeiro movimento do barco, senti meu coração disparar de emoção, e foi assim até o final do passeio. Quando passávamos por baixo das pontes que cortam o rio, os parisienses, debruçados em suas muradas, acenavam para os turistas que estavam na embarcação. Nossa guia nos disse que é um ritual de boas-vindas que já virou tradição na cidade.
Apesar de parecidas, as pontes parisienses não são iguais. Cada uma tem um história, um personagem ou um evento a ser lembrado. Por isso, a diferença entre elas. Mas o povo sempre lá, acenando pra nós e tornando Paris mais simpática do que já é naturalmente.
De repente, uma ilha no meio do rio, e a estrada fluvial se bifurca em mão e contramão. Depois o rio se alarga outra vez, e quando olhamos acima, à esquerda tivemos a visão da Notredame. Que espetáculo! Aquele edifício gótico, medieval, com suas gárgulas a posto no alto das torres, mexe com o estado de espírito de qualquer um. Lembrar a cena é reviver quase que a mesma emoção.
Logo em seguida, o Bateau Mouche faz a curva para retornar ao cais. Assim que passamos novamente pela bifurcação nossa guia anunciou: “Senhores, estejam com vossas câmeras a postos. São exatamente vinte horas e cinqüenta e oito minutos; às vinte e uma hora em ponto vocês terão uma surpresa!”
E tivemos!
Do nada, no meio da escuridão da noite, a cidade se iluminou. A Torre Eifell acendeu-se lentamente de baixo para cima, até atingir a última lâmpada em seu topo. Depois apagou-se totalmente e, em menos de cinco segundos, voltou a brilhar por inteiro, fazendo um efeito pisca-pisca ao longo de uma hora. Depois disso ficou apenas acesa, e a cada hora certa, repetia o efeito por dez minutos. Foi aí que entendemos o codinome de Paris, a Cidade Luz!
Não haverá tempo que apague essa noite de nossas lembranças.
Paris, 21 de julho de 2010.
O sol ainda não tinha ido embora de todo. Seus raios ainda iluminavam uma grande parte do céu de Paris. Ao longe, onde a noite já começava a se anunciar, uma lua redonda e brilhante surgia. Foi nesse clima de lusco-fusco que chegamos de ônibus ao cais no rio Sena. Recebemos nossas passagens e tomamos nossos lugares no Bateu Mouche.
Ao primeiro movimento do barco, senti meu coração disparar de emoção, e foi assim até o final do passeio. Quando passávamos por baixo das pontes que cortam o rio, os parisienses, debruçados em suas muradas, acenavam para os turistas que estavam na embarcação. Nossa guia nos disse que é um ritual de boas-vindas que já virou tradição na cidade.
Apesar de parecidas, as pontes parisienses não são iguais. Cada uma tem um história, um personagem ou um evento a ser lembrado. Por isso, a diferença entre elas. Mas o povo sempre lá, acenando pra nós e tornando Paris mais simpática do que já é naturalmente.
De repente, uma ilha no meio do rio, e a estrada fluvial se bifurca em mão e contramão. Depois o rio se alarga outra vez, e quando olhamos acima, à esquerda tivemos a visão da Notredame. Que espetáculo! Aquele edifício gótico, medieval, com suas gárgulas a posto no alto das torres, mexe com o estado de espírito de qualquer um. Lembrar a cena é reviver quase que a mesma emoção.
Logo em seguida, o Bateau Mouche faz a curva para retornar ao cais. Assim que passamos novamente pela bifurcação nossa guia anunciou: “Senhores, estejam com vossas câmeras a postos. São exatamente vinte horas e cinqüenta e oito minutos; às vinte e uma hora em ponto vocês terão uma surpresa!”
E tivemos!
Do nada, no meio da escuridão da noite, a cidade se iluminou. A Torre Eifell acendeu-se lentamente de baixo para cima, até atingir a última lâmpada em seu topo. Depois apagou-se totalmente e, em menos de cinco segundos, voltou a brilhar por inteiro, fazendo um efeito pisca-pisca ao longo de uma hora. Depois disso ficou apenas acesa, e a cada hora certa, repetia o efeito por dez minutos. Foi aí que entendemos o codinome de Paris, a Cidade Luz!
Não haverá tempo que apague essa noite de nossas lembranças.
Paris, 21 de julho de 2010.
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