domingo, 9 de outubro de 2011

Veneza, 18 de julho de 2010






Veneza – 2º dia

Seis horas da manhã. No quarto, ainda escuro, o silêncio foi interrompido por uma trovoada ameaçadora. Corremos à janela e o que vimos foi decepcionante: uma chuva forte caía impunemente sobre Veneza. Que frustração! Logo no dia de nosso passeio de gôndola pelos canais!...
O restaurante do hotel Plaza em Veneza Mestra, naquele domingo tão promissor, foi recebendo uma porção de caras tristes, meio que desconsoladas com aquela manifestação da natureza tão fora de hora. Fomos para o ônibus em direção ao cais e tomamos uma embarcação para chegar a Veneza pelo mar. É um trajeto rápido, mas a ansiedade o faz parecer demorado. E foi nessa travessia que o milagre aconteceu. Ainda com chuva, o céu começou a se abrir, dando passagem a um pequeno e teimoso raio de sol. Pequeno sim; mas tão benvindo que chegou a ser aplaudido por aqueles barulhentos passageiros tupiniquins.
Depois disso, as nuvens se declararam derrotadas pela insistência do sol em aparecer e foram se retirando de campo uma a uma. Quando pisamos o solo da Veneza dos canais, não chovia mais. O céu estava azul e a cidade se coloria de bandeiras, monumentos, pontes, prédios e gente... muita gente!

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