quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Bruges, 21 de julho de 2010



















































Bruges

Após um delicioso café da manhã em Bruxelas, partimos para Bruges. Nossa expectativa era muito grande, pois a cidade é considerada uma das mais belas do mundo. Também é cortada por canais e, por causa deles, é conhecida com a Veneza do Norte.
Assim que chegamos, um dos nossos companheiros de excursão percebeu que havia deixado todo o seu dinheiro e documentos trancados no cofre do quarto do Hilton. Coitado! Pegou um trem que o levaria rapidamente a Bruxelas e de lá iria direto a Paris, onde nós só chegaríamos ao final da tarde.
Mas Bruges estava ali, esperando por nós, festiva, comemorando também o aniversário da Bélgica, e uma banda de música iniciava uma pequena parada pelas ruas da cidade. Os músicos estavam fardados e o maestro parecia um pavão à frente da banda. Depois desfilaram uma escola e um grupo de ex-combatentes bem idosos e muito compenetrados.
Que cidade linda. Não é à toa que tem a fama de bela. Ela também tem uma Grand Place. Um pouco menor que a de Bruxelas, mas tão imponente quanto. Há inúmeros restaurantes e todos servem um maravilhoso chocolate belga na xícara, tão gostoso que nos fez tomar outro café da manhã. Eu nunca tinha provado uma bebida quente tão gostosa quanto aquele chocolate.
Depois disso, fomos comprar algumas lembrancinhas. Foi de lá que trouxemos os leques, o avental e o paninho de mesa, todos de renda feita à mão; um trabalho típico das mulheres belgas.
Não ficamos muito tempo em Bruges, mas a cidade nos encantou com seu povo, suas construções, seu chocolate e sua simpatia.

Bruges, 21 de julho de 2010.

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