terça-feira, 20 de julho de 2010

Roma, 14 de julho de 2010






Roma 2º dia
Sete da manhã em ponto e todos a posto dentro do ônibus; destino: Vaticano.
Emocionante! A visão da cúpula da Basílica de São Pedro, recortando o céu azul que nos cobria, fez o meu coração bater acelerado. Nossa guia no Vaticano, Flávia, é funcionária do próprio Vaticano, tendo, portanto, livre acesso a várias dependências do Museu, e as quais conhecemos. Lá, fomos recebidos antes da hora da abertura para o público e tivemos o privilégio de ter acesso àquele tesouro inestimável no maior sossego. Passamos pela arte grega e romana e pela sala dos mapas. Nunca vi paredes mais cobertas de afrescos, quadros, tapeçarias e relevos. O barroco do maior bom gosto está ali. Pode parecer paradoxal, mas é a mais pura verdade. Em seguida, uma sala inacessível à maioria dos visitantes, onde só se vê obras de Rafael, sejam elas telas ou afrescos.
Em seguida, a Capela Sistina. Nada mais lindo, intrigante e atual. Não há palavras para descrever, mas sobram emoções ao se olhar. Tivemos a sorte de pegar um Vaticano a comemorar por dois dias seguidos uma celebração que envolvia a Sistina. Então trouxeram da restauração duas tapeçarias de Rafael que estavam fora do olhar do público por longos dez anos. Foram colocadas exatamente no lugar original para onde foram criadas, mas sairão de lá assim que os festejos terminarem. Era nítida a emoção da guia, quando viu as duas obras em seu lugar de origem.
Logo depois, os túmulos dos papas.Pensei que seria mais mórbido do que é. Não parece um cemitério. O João Paulo II é o dono do mais simples de todos. Apenas uma lápide e várias rosas de prata e cristal que as pessoas oferecem a ele quando passam por lá.
Para terminar, nada mais, nada menos do que a Basílica de São Pedro. Eu devo bater nos joelhos das imagens. São imensas, mas a nave é tão grande que elas acabam sendo proporcionais aos espaços que ocupam. Tem um altar do Bernini, que foi feito para o povo babar. Aliás, por falar em Bernini...
Após conhecer o Vaticano fomos todos de volta para o hotel. Contudo, nossa curiosidade teimava em se sobrepor ao cansaço. E à tarde, a aventura continuou.
Roma, 14 de julho de 2010.

Nenhum comentário:

Postar um comentário