Cheguei!
A princípio, nem acreditei. Mas a sensação de surdez, provocada pelo pouso não me permitia pensar que estava sonhando. Lisboa, ao amanhecer, foi-se desenhando lindamente aos meus olhos, através da pequena janela do avião. Primeiramente, um casario baixo e esparso; de repente, uma cidade cheia de grandes edifícios e belíssimas construções, incluindo estádios e cúpulas de igreja.
A partir daí, abriram-se os portões da Europa diante de meus olhos maravilhados.
Hoje dei o primeiro passo para a realização de um sonho. E devo tudo isso, principalmente, a duas pessoas que, mesmo não estando por aqui, continuam me proporcionando muitas das coisas boas que eu tive da vida: Seu Valentim e Dona Ivette. A eles, toda a minha gratidão.
Lisboa, 13 de julho de 2010.
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